Criador de Left 4 Dead Revela 4:LOOP e o Caos Cooperativo tá de Volta!
Gente, se vocês achavam que a sede por um co-op de respeito nunca mais seria saciada, pode ir tirando o cavalinho da chuva porque o State of Play resolveu entregar tudo e mais um pouco! Michael Booth, a mente brilhante que simplesmente deu vida ao lendário Left 4 Dead, apareceu com seu novo projeto, o 4:LOOP, e o trailer de gameplay tá tão frenético que meu coração quase saiu pela boca. Sabe aquela sensação de "mão suada e dente no pescoço" que a gente sentia fugindo de hordas infinitas? Pois é, o clima aqui é de um reencontro com um velho amor que voltou muito mais intenso, tecnológico e perigoso, transformando a nossa sala num verdadeiro campo de batalha onde o fôlego é um recurso mais escasso que dinheiro no fim do mês.
A jogabilidade é pura destruição compartilhada entre quatro jogadores que precisam ser mais unidos que unha e carne pra não virarem lanchinho de monstro logo na primeira esquina escura. O que a gente viu foi um festival de tiros, explosões e uma correria tão absurda que faz qualquer maratona de domingo parecer um passeio calmo no parque. É um ra-tá-tá-tá de metralhadora pra lá, um cabum de granada pra cá, e o tempo todo aquela pressão psicológica de que o perigo tá nos observando de cada bueiro ou janela quebrada como um predador faminto. O jogo personifica o desespero de forma primorosa, jogando a gente num turbilhão onde a cooperação não é só uma escolha bonitinha, mas a única tábua de salvação no meio de um oceano de caos absoluto que ameaça nos afogar a cada segundo.

O grande diferencial que tá deixando todo mundo com a pulga atrás da orelha é o tal do sistema de "loop" que dá nome ao título e funciona como um ciclo vicioso de vida e morte digno dos nossos melhores pesadelos. A cada rodada, o ambiente parece se fechar sobre a equipe como uma armadilha metálica, forçando a gente a tomar decisões em frações de milésimos enquanto o relógio corre contra a nossa sanidade. É um simbolismo perfeito da nossa luta diária: a gente cai, levanta, limpa o sangue do rosto e volta com mais ódio e armas maiores, torcendo pra que o próximo ciclo não seja o nosso último suspiro. Esse mecanismo de repetição frenética é o prenúncio de que vamos perder muitas e muitas noites de sono tentando entender cada engrenagem desse mundo quebrado e cruel.
Visualmente, o jogo tá um espetáculo de luz e sombra, com uma atmosfera tão densa que dá pra sentir o cheiro de pólvora e metal queimado só de olhar pra tela brilhando no escuro. As hordas de inimigos avançam como uma onda imparável, uma massa de corpos e fúria que testa os limites do nosso setup e da nossa própria paciência. Ver os cenários se transformarem sob o fogo cruzado é como assistir a uma pintura caótica sendo feita em tempo real, onde cada detalhe do ambiente pode ser o seu melhor amigo ou o seu pior inimigo. A ironia maravilhosa de buscar diversão num cenário tão apocalíptico e estressante é o que faz a gente ser apaixonada por esse gênero, e o 4:LOOP parece que vai entregar esse banquete de glória e desespero num prato de ouro maciço.
No fim das contas, a volta desse mestre do cooperativo é o sinal verde que a gente precisava pra entender que o gênero tá mais vivo do que nunca, mesmo que a gente passe metade do tempo morrendo na tela. O anúncio foi o chute inicial pra um hype que vai crescer feito bola de neve ladeira abaixo, e eu já tô aqui imaginando qual vai ser a desculpa esfarrapada que vou dar no trabalho pra ficar jogando direto no dia do lançamento. 4:LOOP não é apenas um jogo novo, é a promessa de que a união faz a força e que, no final do dia, não tem nada mais gostoso do que explodir coisas estranhas ao lado das nossas melhores amigas. Prepara o mouse e o teclado, gata, porque a espiral da sobrevivência tá só começando e eu não pretendo ficar de fora desse baile de balas nem por um decreto!
