KLETKA: mergulhe no terror cooperativo que chega em fevereiro
Prepare os fones, avise a galera e respire fundo. KLETKA finalmente tem data marcada e desembarca no dia 19 de fevereiro de 2026 para PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series, Xbox One e Nintendo Switch. Depois de mais de um ano em acesso antecipado no PC, o jogo sai do casulo e vem com tudo, prometendo noites mal dormidas, gritos no chat e aquela sensação constante de que algo muito errado está prestes a acontecer.
Um elevador vivo que dita as regras do inferno
Aqui a ideia já começa torta, no melhor sentido possível. Em KLETKA, você e sua equipe estão presos numa Gigaestrutura que parece não ter fim, descendo cada vez mais fundo enquanto tentam manter um elevador vivo. Sim, vivo. Ele precisa ser alimentado o tempo todo e, quando o combustível acaba, a coisa fica feia rápido. O elevador não negocia, não espera e não perdoa. Se faltar comida, alguém vira oferta.

Corredores que respiram perigo
Cada andar é um teste de sanidade. Os corredores parecem se mover, as salas escondem armadilhas e o ambiente dá a sensação de estar observando cada passo. Um dos maiores pesadelos atende pelo nome de Samosbor, uma anomalia que varre tudo como uma tempestade de morte. Quando a sirene ecoa, o coração dispara, as pernas tremem e só existe um plano: correr feito louco de volta para o elevador.
Cooperação, paranoia e decisões sujas
KLETKA brilha quando coloca até seis jogadores no mesmo buraco. Trabalhar em equipe não é opcional, é questão de sobrevivência. O problema é que os recursos são escassos e as escolhas começam a pesar. Em certos momentos, sacrificar um companheiro deixa de ser piada de humor negro e vira uma decisão estratégica. É aí que o jogo mostra sua verdadeira face e testa quem é amigo de verdade e quem só estava ali pelo loot.
Terror que mistura risada nervosa com desespero real
Visualmente, KLETKA aposta num clima surreal, opressor e desconfortável, daqueles que grudam na mente. A jogabilidade força decisões rápidas, erros custam caro e a tensão nunca dá trégua. Entre um susto e outro, surgem risadas nervosas, xingamentos no microfone e aquele silêncio pesado quando todo mundo percebe que algo deu muito errado.
KLETKA não quer ser apenas mais um terror cooperativo, ele quer virar história pra contar depois. Daquelas partidas que começam na zoeira e terminam no puro caos. Se você curte jogos que misturam medo, estratégia e escolhas moralmente questionáveis, já pode marcar no calendário. Em fevereiro, o elevador desce… e nem todo mundo volta.

