RE Requiem: Novo gameplay mostra um Leon mais calejado e zumbis mais espertos

RE Requiem: Novo gameplay mostra um Leon mais calejado e zumbis mais espertos

E aí, sobreviventes! Se tem uma coisa que a Capcom sabe fazer é nos deixar de cabelo em pé e, ao mesmo tempo, com o coração acelerado de empolgação. A Capcom soltou um gameplay novinho do Resident Evil Requiem e, sim, é verdade: o nosso querido e sardônico Leon S. Kennedy está de volta, e com uma energia totalmente diferente. Mas calma, porque essa volta tem um gosto amargo de experiência e um cheiro forte de pólvora e sangue velho.

Dizer que o Leon está apenas de volta é pouco. O homem que conhecemos como um policial novato em Raccoon City e um agente estiloso na Espanha agora é outra pessoa. Após quase 30 anos lutando contra horrores biológicos, o Leon de Requiem é um veterano cansado, mais sério e com um pessimismo que só quem viu amigos morrer e cidades serem destruídas pode carregar . É como se o peso de todo o passado da franquia estivesse agora nos ombros dele, visível em cada expressão e em cada movimento mais calculado (sem mais mortais pra esquivar de motosserras). Mas nem tudo são sombras: seu humor ácido e irônico, aquele que a gente ama, ainda está lá, surgindo em meio ao caos para nos dar aquele alívio cômico gostoso.

E falando em caos, preparem-se porque o combate nunca foi tão visceral e pessoal. Esqueçam a faca de combate! O novo melhor amigo do Leon é um machado de combate pesado e brutal. Cada golpe soa como um trovão, arrancando pedaços dos inimigos e permitindo finalizações que são pura catarse. A sensação de poder é imensa, e isso é a grande sacada: depois de tantas décadas na linha de frente, o Leon não tem mais medo. Para ele, lutar se tornou uma segunda natureza, algo tão natural quanto respirar. Ele não hesita, ele ataca. E o arsenal? Continua fiel e poderoso, com a pistola, a espingarda e até um revólver especial chamado "Requiem", que parece ser uma homenagem sombria a tudo que ele perdeu.

A magia de Requiem, porém, está no contraste perfeito que ele cria. Enquanto controlamos o Leon e sentimos essa força quase sobrenatural, o jogo nos joga nas botas da Grace Ashcroft, uma analista do FBI inexperiente e traumatizada. Com ela, a experiência é de puro terror de sobrevivência. Os recursos são escassos, o inventário é minúsculo e cada sombra esconde um perigo. É aqui que a Capcom aprimorou até os zumbis, que agora possuem resquícios de inteligência e hábitos de quando eram humanos, tornando-os imprevisíveis e dez vezes mais assustadores. Passar do desespero silencioso da Grace para a fúria contida do Leon é uma montanha-russa emocional que promete definir o jogo.

Toda essa dualidade narrativa e de gameplay se desenrola em uma campanha que promete durar entre 10 a 12 horas, seguindo a tradição dos Resident Evil modernos. E o cenário? Nada menos que os restos fantasmagóricos de Raccoon City, o local que deu início a tudo, agora ainda mais sombrio e perigoso . Mal posso esperar para, no dia 27 de fevereiro de 2026, embarcar nessa jornada que parece ser um tributo à própria história da franquia, equilibrando o terror clássico com a ação intensa na medida certa. E você, vai entrar nessa missão ao lado do Leon endurecido ou vai enfrentar o medo com a Grace? A escolha, e o pesadelo, serão seus.

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